segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

IÕES

Por ter falado nos iões quando escrevia sobre a madeira, fui dar uma vista de olhos nesta matéria, para poder, a tentar explicar melhor.
A construção de iões (-) na atmosfera diminui quando aumenta a de (+), e vice-versa. Os iões positivos são maiores, mais lentos e duráveis que os negativos e tendem a apanhar estes, de tal forma que aumenta o seu predomínio. As atmosferas fechadas com partículas densas como o fumo, e em locais climatizados, a proporção de iões negativos por cm3 de ar pode ser de 0, enquanto que na montanha se dão as percentagens de 1.500 podendo ,depois de uma tempestade, superar os 2.500, ou inclusivamente chegar aos 10.000, junto das cascatas. São lugares revitalizantes. Nestes casos prolonga-se a longevidade e tem-se uma grande sensação de bem estar, já nos ambientes com densidade de população, saturados de iões positivos, há mal estar, dores de cabeça e perda de vitalidade, para citar alguns dos efeitos nocivos mais visíveis.
Tão importante como a absorção de iões negativos é a sua expulsão que, nos corpos humanos, se faz através da pele.
A energia deve fluir em todos os âmbitos e assim numa atmosfera carecida, os numerosos iões lentos diminuem a condutividade do ar, como acontece num corpo que se encontra doente.

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